Sempre que leio alguma coisa que gosto, me interesso em saber um pouco mais a respeito do autor do texto, afinal, é um indicativo de que temos algo em comum. Então aqui vai um pouquinho sobre mim...
Na verdade, eu me formei em zootecnia pela USP, em 97 (é, faz tempo). Durante meus estudos zootecnistas procurei experimentar o máximo, fazendo estágios em várias áreas (suíno, bovino, bubalino, etc...até com lhamas eu trabalhei!), mas o que eu gostava mesmo era dos cavalos, então foi com eles que trabalhei durante muito tempo, tanto em haras quanto em hípicas.
Essa profissão me levou a lugares como EUA, Irlanda do Norte e Nova Zelândia, três países onde morei por causa de trabalhos em haras. Daí, voltei ao Brasil. Só que ginete não ganha grana aqui (a não ser que vc seja muito dedicado e apaixonado, o que não era o meu caso), então passei a utilizar meus conhecimentos linguísticos pra entrar numa nova profissão, deixando os cavalinhos como hobby. Fui estudar letras e passei a lecionar inglês numa escola particular de SP, onde ainda estou, depois de 10 anos.
Nesse meio tempo, morei na NZ, onde encontrei minha verdadeira paixão, que é estar no meio do mato ou fazendo alguma coisa por lá. Uma coisa meio hermitão mesmo...gosto de ouvir o vento, os pássaros, sentir o cheiro da chuva e do mato molhado. Não ligo de ficar dias sem banho ou sem falar com ninguém. Lá encontrei também a fotografia. E o amor, já despertado em Chamonix, pelo ar fino da montanha.
E com isso nasceu a eu de hoje...livre do vício dos cavalos, presa a um novo vício...o contato com a natureza...seja ele escalando (é, fui matar meu medo de altura fazendo um curso de escalada em rocha no Clube Alpino Paulista), descendo um rio de rafting, fugindo dos mosquitos e dos tábanos, fotografando, descendo uma cachoeira de 7 metros de cabeça, pulando de paraquedas, assistindo a um por do sol no pico de uma montanha ou, simplesmente, sentada na varanda assistindo a chuva.
Enfim...quem me conhece sabe. Sou um pouco disso aí...
Na verdade, eu me formei em zootecnia pela USP, em 97 (é, faz tempo). Durante meus estudos zootecnistas procurei experimentar o máximo, fazendo estágios em várias áreas (suíno, bovino, bubalino, etc...até com lhamas eu trabalhei!), mas o que eu gostava mesmo era dos cavalos, então foi com eles que trabalhei durante muito tempo, tanto em haras quanto em hípicas.
Essa profissão me levou a lugares como EUA, Irlanda do Norte e Nova Zelândia, três países onde morei por causa de trabalhos em haras. Daí, voltei ao Brasil. Só que ginete não ganha grana aqui (a não ser que vc seja muito dedicado e apaixonado, o que não era o meu caso), então passei a utilizar meus conhecimentos linguísticos pra entrar numa nova profissão, deixando os cavalinhos como hobby. Fui estudar letras e passei a lecionar inglês numa escola particular de SP, onde ainda estou, depois de 10 anos.
Nesse meio tempo, morei na NZ, onde encontrei minha verdadeira paixão, que é estar no meio do mato ou fazendo alguma coisa por lá. Uma coisa meio hermitão mesmo...gosto de ouvir o vento, os pássaros, sentir o cheiro da chuva e do mato molhado. Não ligo de ficar dias sem banho ou sem falar com ninguém. Lá encontrei também a fotografia. E o amor, já despertado em Chamonix, pelo ar fino da montanha.
E com isso nasceu a eu de hoje...livre do vício dos cavalos, presa a um novo vício...o contato com a natureza...seja ele escalando (é, fui matar meu medo de altura fazendo um curso de escalada em rocha no Clube Alpino Paulista), descendo um rio de rafting, fugindo dos mosquitos e dos tábanos, fotografando, descendo uma cachoeira de 7 metros de cabeça, pulando de paraquedas, assistindo a um por do sol no pico de uma montanha ou, simplesmente, sentada na varanda assistindo a chuva.
Enfim...quem me conhece sabe. Sou um pouco disso aí...
Difícil a tarefa de comecar a ler o texto e parar. Diria, impossivel. A Bia talvez tenha errado de profissao, deveria ser jornalista. Com uma retorica envolvente e descontraída, nos leva a um passeio por uma, digamos, excursao diferente. Para nós que vivemos a mesma experiencia, um flashback. Para aqueles que ainda nao a vivenciaram, um mergulho numa aventura inusitada e empolgante. Isso tudo fora a oportunidade de poder conhecer um pouquinho mais da vida e do perfil pra la de interessante dessa pessoa maravilhosa e de espirito livre, cujas experiencias vividas encantam a todos que tem o privilegio de ouvir suas historias. Deixo aqui entao, acredito que em nome de todos que participaram dessa "Operacao Antártica", o agradecimento pelo registro de nossa aventura, sem duvida marcante para cada um de nos. Muito obrigado Bia!
ResponderExcluirDemais Bia!
ResponderExcluirSabia que consegui e no fundo vc também.
Texto limpo, simples envolvente.Que tão tão vivo chega a escorrer sangue.
Consigo até ver! Me leva com você.
Com amor
Ademir